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No dia 29 de agosto, os olhos de Portugal estarão virados para Santarém.

Santarém prepara-se para receber um dos momentos de maior visibilidade da edição de 2026 das Novas 7 Maravilhas de Portugal.

A final regional terá lugar no Jardim das Portas do Sol, um dos locais mais emblemáticos da cidade, e será transmitida nacionalmente pela TVI.

A escolha de Santarém para receber este momento coloca a cidade no centro das atenções nacionais e dá destaque ao património, à história e à identidade de um território que tem muito para mostrar.

Três representantes de Santarém na corrida

A cidade conseguiu colocar três patrimónios na fase final do concurso: o Mercado Municipal, a Sé Catedral de Santarém e o Edifício do Tribunal, em diferentes categorias.

É uma representação que mostra a diversidade do património escalabitano — da arquitetura à religião e à história — e que permite levar diferentes símbolos da cidade a uma audiência nacional.

As Portas do Sol como palco

A escolha das Portas do Sol para acolher a final não poderia ser mais simbólica.

Antiga alcáçova de Santarém, o espaço é hoje um dos principais miradouros da cidade, com uma vista privilegiada sobre o Tejo e a Lezíria. A própria autarquia apresentou as Portas do Sol e as suas muralhas como candidatura às Novas 7 Maravilhas de Portugal 2026.

No dia 29 de agosto, este cenário histórico transforma-se num palco nacional.

Uma cidade com muito para mostrar

Mais do que um concurso, as Novas 7 Maravilhas são uma oportunidade para dar visibilidade ao património e às características únicas dos territórios.

E Santarém tem uma história particular com esta iniciativa.

Em 2011, a cidade recebeu a declaração oficial das 7 Maravilhas da Gastronomia, num grande espetáculo realizado na antiga Escola Prática de Cavalaria.

Quinze anos depois, Santarém volta a estar no centro de uma celebração nacional das maravilhas de Portugal.

No dia 29 de agosto, a cidade volta a abrir as portas ao país.

E talvez seja essa uma das suas maiores maravilhas: ter história para contar, património para mostrar e uma identidade que continua viva.

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