O setor da construção voltou a dar sinais positivos em Portugal. Em março de 2026, o índice de produção na construção registou um crescimento homólogo de 2,9%, acelerando face ao mês anterior e confirmando uma tendência de recuperação gradual da atividade.
Segundo dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), o segmento da engenharia civil destacou-se com um crescimento de 4,9%, enquanto a construção de edifícios aumentou 1,6%. Também o emprego e as remunerações no setor continuam em alta, refletindo uma maior dinâmica da atividade e procura crescente por mão de obra especializada.
Este desempenho surge numa altura em que o mercado enfrenta uma forte pressão da procura habitacional, especialmente nos grandes centros urbanos. Apesar do aumento da nova construção nos últimos anos, a oferta continua insuficiente para responder às necessidades das famílias portuguesas.
Ao mesmo tempo, os custos de construção permanecem elevados, impulsionados sobretudo pela mão de obra e pelos materiais. Ainda assim, os indicadores recentes mostram um setor resiliente e com perspetivas de crescimento sustentado ao longo de 2026.
Outro sinal de confiança no mercado é o crescimento da criação de empresas ligadas à construção, que aumentou 7,7% nos primeiros meses do ano, consolidando a construção como um dos setores mais dinâmicos da economia portuguesa.
Para quem acompanha o mercado imobiliário — compradores, investidores ou profissionais do setor — estes números reforçam a ideia de que a construção continua a desempenhar um papel central no desenvolvimento económico e na resposta à crise da habitação em Portugal.
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